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Vagas abertas

v3 · setembro de 2026

Aviso de Privacidade

Este aviso vale para a candidatura a membro fundador da Inclusive Me. Ele descreve exatamente o que o formulário coleta — nada além.

Quem trata os seus dados

A Inclusive Me, marca de roupa sensorial, é a controladora dos dados coletados aqui. Para qualquer assunto deste aviso, escreva para ola@inclusiveme.com.br.

O que a gente coleta no formulário

Só o que você digita ou marca:

  • Nome — obrigatório. Pode ser o nome que você usa, mesmo que não seja o do documento.
  • E-mail — obrigatório. É por onde a resposta chega.
  • WhatsApp — opcional.
  • O perfil que você escolheu e os requisitos que você marcou.
  • O que te incomoda, se você escrever — opcional, e o conteúdo é o que você decidir contar.
  • A sua neurodiferença, se você escrever — opcional, campo livre, e só é enviada se você marcar a autorização específica que aparece ao lado dela.
  • Os seus consentimentos e a data e hora do envio, para a gente conseguir provar que você autorizou o que autorizou.

O que a gente não pede

Currículo, LinkedIn, laudo, comprovação de diagnóstico, medicação, CPF, endereço, data de nascimento, gênero e foto. Nada disso é campo deste formulário, e você não precisa mandar por e-mail depois.

Existe um campo livre de neurodiferença, e ele é diferente de pedir laudo: quem escreve decide o que escrever, inclusive “ainda investigando” ou nada. Ninguém precisa provar coisa alguma para se candidatar.

Medição de audiência

Além do formulário, o site usa o Google Analytics 4 para saber quanta gente chega e por onde. Ele registra as páginas visitadas, quanto tempo você fica, o tipo de aparelho e navegador, de onde veio o acesso (uma rede social, um link, uma busca) e uma localização aproximada, deduzida do endereço de IP — que o Google descarta antes de guardar.

No formulário ele também registra o seu caminho: em que etapa você está, qual perfil escolheu, quantos requisitos marcou e se o envio deu certo. É o que mostra onde as pessoas travam. O que você escreve nunca vai para o Google — nem nome, nem e-mail, nem telefone, nem o texto do que te incomoda, nem a sua neurodiferença.

Para isso ele grava cookies no seu navegador, os _ga. Eles servem para não contar a mesma pessoa duas vezes, e não são usados para identificar você nem cruzados com o que você respondeu no formulário: a gente lê esses números no conjunto, não pessoa por pessoa.

Se preferir ficar de fora, dá para bloquear cookies deste site nas configurações do navegador, usar uma janela anônima ou instalar o complemento de desativação do Google Analytics. Nada do site deixa de funcionar sem a medição.

O vídeo do manifesto

A página do manifesto tem um vídeo hospedado no YouTube, que é do Google. Enquanto você não apertar para assistir, nada é carregado de lá — o que aparece antes do clique é uma placa desenhada por nós, sem nenhuma requisição ao Google. É por isso que a página não avisa sobre cookies de vídeo: até você pedir, eles não existem.

Ao apertar, o player do YouTube entra na página e passa a valer a política do Google, incluindo os cookies que ele grava. Usamos o modo com menos rastreamento que o YouTube oferece (o domínio youtube-nocookie.com) — menos, não zero: depois do clique, quem manda no player é o Google.

O manifesto inteiro está escrito na página, e a transcrição completa também. Não assistir não faz você perder nada.

Sobre o perfil e os requisitos

Escolher um perfil ou marcar requisitos sensoriais pode revelar algo sobre você — inclusive sobre ser neurodivergente, que é informação de saúde. A gente tratou isso no desenho do formulário, não só no texto:

  • Existe o perfil “Ainda escrevendo a própria descrição”, para quem não quer declarar nada. Ele conta igual aos outros.
  • Marcar requisitos é opcional, e existe a opção “Ainda não sei dizer”. Dá para seguir sem marcar nenhum.
  • O campo de neurodiferença é livre e opcional, e só é enviado se você marcar a autorização específica ao lado dele. Deixar em branco não muda nada na sua candidatura.
  • Nenhuma resposta é usada para aceitar ou recusar alguém. Não existe recusa: é uma lista, não uma seleção.

Para que a gente usa

  • Registrar a sua candidatura e organizar o grupo de fundadores.
  • Responder você por e-mail sobre a candidatura e o lançamento.
  • Decidir o que produzir primeiro, a partir dos requisitos declarados — isso é feito no conjunto das respostas, não pessoa por pessoa.
  • Falar com você no WhatsApp, se você marcou essa autorização separada.

A gente não vende dados, não repassa para anunciante e não usa suas respostas para publicidade segmentada.

Com que base legal

Consentimento, na forma do art. 7º, I da LGPD (Lei 13.709/2018). Para a neurodiferença, que é dado sensível, vale o art. 11, I, que exige consentimento específico e destacado— por isso ela tem uma autorização própria, separada, que só aparece se você preencher o campo.

As três autorizações são independentes. Aceitar o aviso de privacidade não autoriza WhatsApp nem o uso da neurodiferença; recusar qualquer uma das duas opcionais não tira você da lista.

Você pode revogar a qualquer momento, sem justificar e sem custo.

Isso vale para o formulário. A medição de audiência corre por outro caminho — legítimo interesse, art. 7º, IX —, porque ela olha o conjunto e não identifica ninguém. Se você não quiser participar, os modos de sair estão na seção acima.

Com quem a gente compartilha

Com ninguém, além dos provedores necessários para a coisa funcionar: hospedagem do site, serviço de envio de e-mail e o Google, que opera a medição de audiência. Eles tratam os dados em nome da Inclusive Me, sob instrução, e não podem usar para finalidade própria.

Alguns desses provedores mantêm servidores fora do Brasil, o que caracteriza transferência internacional. Ela acontece só na medida necessária para a operação, com as garantias contratuais dos próprios provedores.

Por quanto tempo a gente guarda

O que você respondeu no formulário fica enquanto o grupo de fundadores existir, ou até você pedir exclusão — o que vier primeiro. Depois disso a gente apaga, exceto o registro mínimo do consentimento, que a lei manda guardar como prova de que a autorização existiu.

Os números de audiência seguem o prazo configurado no Google Analytics, hoje o padrão de 14 meses, e depois disso restam só os totais, sem nenhum registro individual.

Como a gente protege

Os dados ficam em ambiente restrito, com acesso limitado a quem precisa deles para responder você. Se acontecer um incidente com risco relevante, a gente avisa quem foi afetado e a ANPD, como a lei exige.

Seus direitos

Você pode, a qualquer momento:

  • Saber se a gente trata dados seus, e quais são.
  • Pedir cópia ou correção do que estiver errado.
  • Pedir a exclusão dos dados.
  • Pedir portabilidade para outro fornecedor.
  • Saber com quem a gente compartilhou.
  • Revogar o consentimento e sair da lista.
  • Reclamar à ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, se achar que a gente não resolveu.
Como pedir

Escreva para ola@inclusiveme.com.br dizendo o que você quer. A gente responde em até 15 dias. Não precisa de formulário, assunto padrão nem justificativa.

Se este aviso mudar

A versão em vigor é sempre a desta página, identificada no topo (v3 · setembro de 2026). Se a mudança alterar o que a gente faz com os seus dados, a gente avisa por e-mail antes — não vale mudar em silêncio e considerar você avisado.